Criando meninos.
Quando recebi a noticia que teria um menino, meu mundo parou.
A alegria de ser mãe de um garotinho se misturou com o medo de não saber como criá-lo, afinal vivi muitos anos numa casa em que predominavam o sexo feminino.
Uma mãe, três filhas e um pai. Talvez meu pai se sentisse, algumas vezes, um peixe fora d’água naquele universo de presilhas, tiaras, sapatilhas e coisas cor de rosas.
Tudo bem que ele não aprendeu até hoje o modo de se fazer uma trança, mas tenho certeza que ele entende bem a utilidade de cremes, condicionadores, secador, japinha e afins.
Logo em seguida veio a primeira netinha, pois é mais uma mulher em nossas vidas.
Brinquei de boneca até os meus 12 anos, com muito orgulho…kkk, e sempre eram meninas, não tive o tal do Manequinho ( um bonequinho que fazia xixi ).
Fiquei feliz por ter a chance do meu pai ser avó de um lindo garotão, já que sabia que ele “babava”de vontade de ter um filho homem.
Mas e ai, como cuidar?
Como tratar?
Será que vou estragá-lo mimando demais?
Será que vou ter que ser um pouco “rigída” com a educação dele?
Essas e outras perguntas ficaram martelando na minha cabeça.
Um dia percebi que ela martela na cabeça de todas as mães, relaxei.
Hoje vivo num universo diferente do que vive quando menina, aqui os “meninos” dominam, mas eu tento sempre deixar o meu toque feminino por onde passo. Afinal, sou a parte cor de rosa dessa família….kkkk
Tirando a brincadeira, o que espero da educação que darei ao meu filho, é que ele se torne um homem forte, honesto, capaz de respeitar e cuidar da família que ele for construir, Inshaa Allah.
Se eu conseguir orienta-lo, já me sinto feliz.
No MEU conceito, homem, ainda é homem, tem que sustentar um lar e cuidar da segurança e conforto de sua família. A mulher pode e deve ajudar, mas a responsabilidade principal é dele.
Me desculpe as feministas, mas essa é a minha opinião.
Que Allah me guie em senda reta e eu consiga alcançar meus objetivos.














Sabe que penso nisso tudo, caso um dia Deus me dê um menino, por que também sou de família de mulheres, desde a época da minha mãe, que são entre 4 irmãs… depois só temo 1 único primo! Lembro do meu avô, quando o Gui estava por nascer, todo preocupado que agora ele já nem sabia mais brincar com meninos… somos em 5 primas, e temos Elena que é bisneta deles…
Mas certamente eles serão criados para o bem, e certamente você fará um ótimo trabalho!
Beijos em vocês!
E eu aqui seeempre achei que fosse ser mãe de menino. Porque nunca fui muito de brincar de boneca, não gosto de rosa. Quando fiquei sabendo que era menina pensei: que belo desafio!
Sem ligara para sexo, o que temos mesmo é que criar seres humanos dignos, certo?
Um beijo
PS – meus textos do blog antigo estão no blog novo na tag Mae de Menina.
Eu também vim de um lar “feminino”, somos duas irmãs e o meu pai acabou, como o seu, entendendo de uma porção de “assuntos de mulheres”. Hoje tenho dois meninos e minha irmã um, e ele sente-se um avô super-realizado! Eu tenho certa dificuldade em brincar como menino mas sempre há o papai por perto para dar uma ajudinha. E penso também como você, homens e mulheres são diferentes sim, há coisas de homem e coisas de mulher, e essa diferença é essencial para o equilíbrio e proliferação da raça humana. O feminismo foi bom até certo ponto para liberar a mulher politica e socialmente massacrada como sexo fraco, mas a partir dali cada um segue o seu caminho.
Amei o seu post, identifiquei-me muito com você, que Allah lhe conceda o que a Ele pede!
Beijo
Adri
Que fofo!! Mas vc aprendeu rapidinho!! bjks
Olá Barbara!
Devido a problemas técnicos tive que mudar o endereço do meu blog.
Aqui está o novo: claudiabis87.blogspot.com
Espero ver-te por lá