Como deve ser a alimentação em família
Ainda não sou mãe, porém, penso muito em como as mamães de plantão devem ficar preocupadas em como educarem corretamente seus filhos, em todos os sentidos. A alimentação faz parte dessa preocupação, com certeza. Por isso resolvi escrever um pouco sobre como deve ser a alimentação em família.
As refeições realizadas com os pais e os irmãos são de extrema importância para a promoção de uma alimentação saudável, a começar pelo fato de serem servidos alimentos que são determinados pela família. Ou seja, se os pais resolverem oferecer à sua família um frango grelhado com legumes no vapor, isso que será servido, porém, se preferirem servir um hambúrguer com cheddar e batata frita, isso que todos comerão. Não estou querendo dizer que não pode comer o hambúrguer ou alguma outra preparação gordurosa, porém, deve-se atentar à freqüência e à quantidade consumida desses alimentos.
Na correria do dia-a-dia, sei que é praticamente impossível para os pais realizaram todas as refeições com seus filhos, porém, sempre que possível, é interessante tal ato, pois cria uma atmosfera positiva. Além de que, os pais são modelos de comportamento alimentar, e assim, as crianças tendem a melhorar a qualidade de sua alimentação.
A hora da refeição, como se diz no ditado popular, é uma hora sagrada, portanto, os pais devem evitar discutir coisas polêmicas à mesa ou ficar fazendo muitos questionamentos aos filhos. Deixe o ambiente agradável, mas evite a TV também. Há inúmeras coisas bacanas a serem ditas e comentadas a fim de criar um clima gostoso.
Alguns estudos mostram que as refeições em família trazem inúmeros benefícios às crianças e adolescentes:
- Os hábitos alimentares são melhores, ou seja, há menor consumo de refrigerante, fast food e doces e mais consumo de frutas, verduras e legumes;
- Ficam menos propensas ao sobrepeso e à obesidade;
- Há um menor consumo de álcool, drogas e cigarro pelo fato da família poder fornecer mais base aos filhos;
- Tiram melhores notas na escola;
- Menor taxa de depressão e de pensamentos suicidas;
- Menor freqüência de comportamento desordenado em relação à alimentação, protegendo-os contra o aparecimento dos transtornos alimentares.
Mas sabe como os pais devem aplicar essas informações no dia-a-dia?
Não?! Então mamãe, fique calma, que a Jujú vai dar algumas dicas bacanas:
Vou ficando por aqui!
Espero ter ajudado um pouco vocês nessa busca constante da melhor forma de se educar um filho.
Obrigada,
Dra. Juliana Tomandl Fontes















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