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	<title>Uma Mãe das Arábias - Portal</title>
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	<description>“There is no way to be a perfect mother, and a million ways to be a good one” – Jill Churchill</description>
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		<title>A fase dos “Por quês”</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 09:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Brisolara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[A fase dos “Por quês”]]></category>

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		<description><![CDATA[<script type='text/javascript' src='http://umamaedasarabias.com.br/portal/wp-includes/js/jquery/jquery.js?ver=1.7.1'></script>
Se você já chegou aí vai entender do que estou falando, se não chegou ainda prepare-se, por que ela chega e vem com tudo! Inicialmente é tímida, uma vez aqui e outra ali, a pergunta vem quando normalmente a criança é contrariada ou está curiosa por algum motivo, ela questiona e logo em seguida se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Se você já chegou aí vai entender do que estou falando, se não chegou ainda prepare-se, por que ela chega e vem com tudo!</p>
<p>Inicialmente é tímida, uma vez aqui e outra ali, a pergunta vem quando normalmente a criança é contrariada ou está curiosa por algum motivo, ela questiona e logo em seguida se conforma e tudo bem, mas e quando a resposta do primeiro “por quê” não convence? E quando vem o segundo, o terceiro e os três mil depois destes?</p>
<p>É neste momento que depois de tanto responder muitas vezes chegamos ao limite e respondemos: “Porque sim!” ou “Porque não!” e acabou. Pois é aí que esta a questão&#8230; Não acabou! Na verdade tudo começou.</p>
<p>Esta fase inicia-se a partir dos três anos, neste momento ela já alcançou relativa independência relacionada com a fala, equilíbrio, fraldas, é capaz de alimentar-se de acordo com a sua vontade segurando o talher, a fruta, o copo, pode escolher brincadeiras, é capaz de contar algum evento vivenciado por ela sem problema nenhum, a conversação não é longa e exige interação do interlocutor nas perguntas, e surge cada assunto bom! Temos ótimos exemplos aqui no portal das conversas do Kassem com o pai,  o que aliás, é uma delicia de conversa!</p>
<p>É preciso lembrar que a criança está centrada nela mesma, o que chamamos de egocentrismo, ou seja, seu pensamento esta voltado para suas vontades e desejos e a satisfação destes muitas vezes irão esbarrar nos limites que se fazem necessários para a manutenção da segurança dela por exemplo.</p>
<p>O “Por que?” está à serviço de um aprendizado mais específico, nele está contido uma busca de aproximação das questões diretas relacionadas a criança, naturalmente se isso diz respeito à ela é justo que ela entenda não é mesmo?</p>
<p>Quanto a este momento é preciso paciência, pois a criança vai buscar as respostas nas pessoas que ela confia, por estar centrada em seu ponto de vista as respostas devem ser curtas e objetivas, o discurso longo fica desinteressante e ineficaz muitas vezes causando um desgaste que pode ser evitado.</p>
<p>A criança nesta fase raciocina concretamente, portanto, respostas do tipo:” Porque sim” ou “Porque não” irão gerar mais perguntas, por que ela tem uma percepção global das coisas o que ressalta a importância das respostas realistas e igualmente concretas por parte do adulto.</p>
<p>Esta fase vivenciada de forma tranquila e bem suprida ajudará no desenvolvimento de uma criança consciente e capaz de administrar suas dúvidas além de deixá-las seguras para ir fazendo outras perguntas importantes nas fases seguintes, ao responder de forma objetiva e clara as suas dúvidas os pais e educadores estarão instrumentando as crianças e mais tarde os jovens a buscar para si o que lhes faz bem, e podemos incluir aí as conversas sobre namoro, drogas, sexo, bebidas, vícios etc&#8230;</p>
<p>Este aprendizado acontece em ambas as partes, ou seja, as crianças aprendem a questionar e a sentir-se amparadas e seguras pelas respostas e atenção que recebem, e os pais aprendem a administrar o acompanhamento tão necessário ao desenvolvimento infantil quando respondem de forma clara e honesta às questões trazidas.</p>
<p>Resumindo, todos saem ganhando!!</p>
<p>Abraço carinhoso.</p>
<p>Cris.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Google + 100 Hangouts On Air! com Chris Flores</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 09:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Barbrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Barbrinha na Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Uma Mãe das Arábias]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Google + 100 Hangouts On Air! com Chris Flores]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem perdeu e quem quiser assistir outra vez a nossa participação no Google + 100 Hangouts On Air, seguem os videos!! Amei participar e conversar com essas mães lindas!!! Beijos grandes a todas que nos acompanharam e as minhas companheiras de Hangouts, Chris Flores, Janaina e Lia!! Fiquem com Deus]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Quem perdeu e quem quiser assistir outra vez a nossa participação no Google + 100 Hangouts On Air, seguem os videos!!</p>
<p>Amei participar e conversar com essas mães lindas!!!</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/ZeI0VhgB2Cs?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/92RJNQ6ELyg?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Beijos grandes a todas que nos acompanharam e as minhas companheiras de Hangouts, Chris Flores, Janaina e Lia!!</p>
<p>Fiquem com Deus</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Crianças paulistas devem tomar duas doses da vacina contra a gripe</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 09:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças paulistas devem tomar duas doses da vacina contra a gripe]]></category>

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		<description><![CDATA[Segunda dose deve ser aplicada um mês depois da primeira, para crianças a partir dos seis meses e menores de dois anos que estão participando pela primeira vez da campanha de imunização; 965 mil pessoas já foram vacinadas no Estado A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo faz um alerta: as crianças paulistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Segunda dose deve ser aplicada um mês depois da primeira, para crianças a partir dos seis meses e menores de dois anos que estão participando pela primeira vez da campanha de imunização; 965 mil pessoas já foram vacinadas no Estado</p>
<p>         A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo faz um alerta: as crianças paulistas entre seis meses de idade e menores de dois anos deverão tomar duas doses da vacina contra a gripe. A segunda dose deverá ser aplicada um mês após a primeira.</p>
<p>      A medida vale para crianças que estiverem participando pela primeira vez da campanha de imunização, neste ano. Crianças que já foram levadas aos postos de saúde na campanha de 2011 só precisarão receber uma dose neste ano.</p>
<p>Iniciada no último sábado, a campanha de vacinação contra a gripe vai até o próximo dia 25. Além das crianças, a imunização vale para idosos com 60 anos ou mais, gestantes, profissionais da saúde e indígenas. a Secretaria pretende imunizar contra a gripe 5,3 milhões de paulistas, número correspondente à meta de 80% dos 6,6 milhões de pessoas que compõem o público-alvo da campanha.</p>
<p>      Desde sábado foram vacinados 965,4 mil pessoas em todo o Estado, das quais 637 mil idosos com 60 anos ou mais, 222,8 mil crianças a partir dos seis meses e menores de dois anos de idade, 64,5 mil gestantes, 40,8 mil trabalhadores da saúde e 1,5 mil indígenas (veja dados regionais abaixo).</p>
<p>         Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, a campanha também irá proteger a população contra outros dois tipos do vírus influenza: A H3N2 e B.<br />
         Para garantir abrangência da vacinação, a campanha conta com mais de 7 mil postos de vacinação, entre fixos e volantes, além de 3,5 mil veículos, 32 ônibus e cinco barcos. Ao todo serão 41,6 mil profissionais da área da saúde, estaduais e municipais, envolvidos na ação.</p>
<p>         “É muito importante que as crianças retornem aos postos para tomarem a segunda dose da vacina, pois só assim elas estarão totalmente imunizadas e protegidas contra as complicações decorrentes da gripe, como as pneumonias”, diz Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria.</p>
<p>         Os postos de saúde vão abrir das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, até o dia 25. Na capital as salas de vacina das rodoviárias do Tietê e da Barra Funda também abrirão aos sábados e domingos, das 8h às 20h. Em razão da reforma em sua sala de vacinação, o Instituto Pasteur, na avenida Paulista, não participará da campanha deste ano.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Resultado da Liga das Mães Corujas! &#8211; Huggies Turma da Mônica!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 09:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parceiros das Arábias]]></category>
		<category><![CDATA[Resultado da Liga das Mães Corujas! - Huggies Turma da Mônica!]]></category>

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		<description><![CDATA[E eu fui lá ler todas as mensagens e escolher quem seria a mãe vencedora da frase no Concurso da Liga das Mães Corujas! Todas lindas e a duvida em escolher uma só era enormeeeee&#8230;.. Como só pude escolher uma, escolhi a Renata Coelho, me identifiquei com a frase dela, pq sei o quão importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>E eu fui lá ler todas as mensagens e escolher quem seria a mãe vencedora da frase no Concurso da Liga das Mães Corujas!</p>
<p>Todas lindas e a duvida em escolher uma só era enormeeeee&#8230;..</p>
<p>Como só pude escolher uma, escolhi a Renata Coelho, me identifiquei com a frase dela, pq sei o quão importante ela é!</p>
<p>Parabéns, Renata, que Deus a abençoe sempre e que continue sendo essa mãe maravilhosa!!!</p>
<p>Obrigada a equipe Huggies Turma da Mônica pelo convite, muito sucesso!!!</p>
<p>E quem quiser saber quais foram as outras vencedoras, <a  href="https://www.facebook.com/huggiesturmadamonica/posts/437096702970277" target="_blank">Clicando aqui!</a></p>
<p><a  href="http://umamaedasarabias.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/huggies_tdm_fb_img_dia_das_maes.jpg" class="thickbox no_icon" title="huggies_tdm_fb_img_dia_das_maes"><img class="wp-image-7902 aligncenter" title="huggies_tdm_fb_img_dia_das_maes" src="http://umamaedasarabias.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/huggies_tdm_fb_img_dia_das_maes.jpg" alt="" width="674" height="345" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Quem humaniza o parto já se humanizou?</title>
		<link>http://umamaedasarabias.com.br/2012/05/16/quem-humaniza-o-parto-ja-se-humanizou/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Xavier</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obstetrícia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Quem humaniza o parto já se humanizou?]]></category>

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		<description><![CDATA[O movimento de humanização do parto surgiu no final da década de 50, no Reino Unido, através da National Childbirth Trust, cuja ideia dominante era de que havia pouquíssimas informações sobre a gravidez e o parto e a ignorância sobre este assunto levava ao medo e o medo levava à dor. Mais de 50 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O movimento de humanização do parto surgiu no final da década de 50, no Reino Unido, através da National Childbirth Trust, cuja ideia dominante era de que havia pouquíssimas informações sobre a gravidez e o parto e a ignorância sobre este assunto levava ao medo e o medo levava à dor.</p>
<p>Mais de 50 anos depois, as coisas por aqui continuam como eram no Reino Unido na metade do século passado: ainda há muita desinformação a respeito da fisiologia da gestação e do parto. A maioria das mulheres acredita que para parir naturalmente basta esperar nove meses até que a bolsa estoure ou as contrações comecem, para então pegar sua mala e sair correndo para o hospital. Lá, deitada numa maca, após algumas contrações e ter feito força, terá o seu bebê em seus braços.</p>
<p>Infelizmente, as coisas não são bem assim como pintam as novelas e a mídia em geral. Esta visão do parto só leva as mulheres a duas possíveis situações: um parto normal repleto de intervenções ou a uma cesárea indesejada. Em qualquer um dos casos, para a mulher que sempre quis um parto normal, ambas as situações não serão, portanto, experiências positivas, ainda que, ao final, o bebê venha com saúde.</p>
<p>O movimento de humanização do parto tem o propósito de trazer informação a estas mulheres e desmitificar muitas das crenças e imagens que temos do parto, fomentando uma gestação consciente e oportunizando o protagonismo da mulher durante o nascimento de seu filho. </p>
<p>De fato, a parte mais fácil da humanização é seguir suas diretrizes: levar informação e trazer a gestante à consciência de que ela é capaz de parir naturalmente, adotar uma conduta de espera durante o parto, usar inicialmente métodos não farmacológicos para alívio da dor e intervir somente quando realmente necessário.</p>
<p>A parte difícil da humanização está no íntimo de cada um de nós.</p>
<p>Humanizar é o ato de tornar humano. Mas, como falar em humanização se ainda estamos na pré-escola para nos tornamos seres humanos de verdade?</p>
<p>A palavra ‘humano’ vem de húmus, que significa barro, terra. Portanto, humano é aquele que vem da Terra. O ser humano está entre o Divino e o terreno. É aquele que contém e está contido nestas duas dimensões. </p>
<p>Tornar humano é abarcar estas duas visões. É promover a conexão entre o céu e a terra. É aprovar e assumir aquilo que é mais primal e instintivo dentro de si e, ao mesmo tempo, ser capaz de vivenciar caráter sagrado que cada situação e cada experiência da vida possui.</p>
<p>Humanizar o parto tem a ver com reverenciar a natureza, reverenciar a força instintiva e criadora que se manifesta a cada nascimento. Humanizar o parto é resgatar e honrar o caráter sagrado desta experiência e, para isto, não basta apenas seguir as diretrizes da humanização, é preciso sentir e manifestar um profundo, quase religioso, respeito diante do parir e do nascer.</p>
<p>E este respeito a que me refiro só pode ser manifestado pelo silêncio, pelo olhar amoroso, pela retidão na conduta do assistir e do cuidar. Este respeito se manifesta pelo estar presente, focando e canalizando mental e espiritualmente nossas energias, exclusivamente àquela mulher que está dando à luz. A isto denominamos estado de inteireza do ser.</p>
<p>Porque de nada adianta intitularmos-nos “humanizados” se durante o parto nossa presença, nossa energia e nosso foco estiverem voltados para mil e uma outras coisas que não aquele exato momento. De que adianta assistir ao parto com a cabeça no mercado, na escola dos filhos, no cotidiano da vida vulgar, ou ainda, plugado em dispositivos móveis? </p>
<p>Humanizar, o que quer que seja, é transformar e, principalmente, transformar-se! </p>
<p>Pois como o barro, precisamos nos deixar moldar, precisamos nos deixar ser tocados. Tocados e moldados por cada emoção, por cada inspiração, por cada sopro da vida. </p>
<p>Humanizar o parto é entregar-se e permitir-se fazer parte integrante deste ritual, não apenas como profissional ou acompanhante, mas como ser humano (mais “Ser” do que Humano). Só que para isso temos de estar lá! E estar lá por inteiro.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>A mãe continua como uma das mais importantes influências no hábito de leitura dos filhos</title>
		<link>http://umamaedasarabias.com.br/2012/05/16/a-mae-continua-como-uma-das-mais-importantes-influencias-no-habito-de-leitura-dos-filhos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversão e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[A mãe continua como uma das mais importantes influências no hábito de leitura dos filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Na terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil mãe reaparece como a grande estimuladora para que os filhos leiam por prazer Está chegando o dia das mães e precisamos parabenizá-las! Não apenas por nos carregarem por nove meses e nos amamentarem por outros tantos. Mas também por fazerem do Brasil um país com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Na terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil  mãe reaparece como a grande estimuladora para que os filhos leiam por prazer</p>
<p>Está chegando o dia das mães e precisamos parabenizá-las! Não apenas por nos carregarem por nove meses e nos amamentarem por outros tantos. Mas também por fazerem do Brasil um país com muitos apaixonados pela leitura.</p>
<p>A 3ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil promovida pelo Instituto Pro-Livro e aplicada pelo IBOPE Inteligência em 2011, revelou que 43% dos leitores apontaram a mãe como a pessoa que estimulou esse hábito ou interesse pela leitura e 22% afirmaram que as veem (ou viam) lendo com frequência. Essa influência quase empatou com os professores que ficaram com 45%.</p>
<p>Certamente as atitudes tomadas em casa têm resultados positivos na educação dos filhos. De acordo com Instituto Pró-Livro (IPL), ler com o filho ajuda a familiarizá-lo com a leitura. Segundo os dados divulgados na pesquisa de 2011, 44% dos leitores disseram que a mãe lia com eles. E, 49% deles informaram que viam suas mães lendo sempre ou às vezes, enquanto que, entre os não leitores 73% nunca ou quase nunca viram sua mãe lendo. Esses resultados demonstram a importância da mãe na formação de leitores e na valorização do livro e leitura, ao dar o exemplo.</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa, 93% dos brasileiros leem em casa, por isso o costume e o bom exemplo das mães diante dos seus filhos, podem aumentar o número de leitores no Brasil.</p>
<p>Parabéns às mães por mais essa contribuição na formação plena de seus filhos. Educar é também transmitir valores para formar cidadãos conscientes e capazes. </p>
<p>A missão do Instituto Pró-Livro: fazer do Brasil um país de leitores</p>
<p>Fundado por entidades do setor editorial &#8211; Abrelivros (Associação Brasileira de Editores de Livros), CBL (Câmara Brasileira do Livro) e SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), o IPL é uma OSCIP, entidade do setor privado sem fins lucrativos, mantida por contribuições voluntárias de editoras. Criado em outubro de 2006 passou a funcionar em maio de 2007, orientando suas ações para o objetivo principal de estimular a leitura.</p>
<p>O IPL elegeu essa missão como resposta institucional à preocupação de especialistas de diferentes segmentos dos setores público e privado com relação aos índices de leitura da população em geral e principalmente dos jovens – que são significativamente inferiores aos níveis dos países industrializados e em desenvolvimento. Em suas ações, o Instituto procura privilegiar como público alvo as crianças e os jovens, o que demanda mobilizar os principais responsáveis pela sua educação e hábitos de leitura: educadores, pais, bibliotecários, animadores e mediadores de leitura.</p>
<p>Conheça mais sobre os projetos do IPL acessando:  www.prolivro.org.br</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hoje tem &#8220;100 transmissões ao vivo em um dia só&#8221; &#8211; Google + 100 Hangouts On Air</title>
		<link>http://umamaedasarabias.com.br/2012/05/15/hoje-tem-100-transmissoes-ao-vivo-em-um-dia-so-google-100-hangouts-on-air/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Barbrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Barbrinha na Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Uma Mãe das Arábias]]></category>
		<category><![CDATA[Criancas]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Hoje tem "100 transmissões ao vivo em um dia só" - Google + 100 Hangouts On Air]]></category>

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		<description><![CDATA[A Chris Flores me convidou a participar junto com ela e mais algumas mães (Mariana Belém, Lia Lehr e Janaina Costa) do Google + 100 Hangouts On Air. Serão 100 transmissões ao vivo em um dia só! E as 20 horas, estaremos todas reunidas, nesse Canal do Youtube, batendo um bom papo com vocês! Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>A <a  title="Chris Flores" href="http://chrisflores.net/" target="_blank">Chris Flores</a> me convidou a participar junto com ela e mais algumas mães (Mariana Belém, Lia Lehr e <a  title="Janaina Costa" href="http://www.casadefazdeconta.com/" target="_blank">Janaina Costa</a>) do <a  title="Google+ 100 Hangouts On Air" href="http://www.100hangouts.com.br/" target="_blank">Google + 100 Hangouts On Air</a>.</p>
<p>Serão 100 transmissões ao vivo em um dia só!</p>
<p>E as 20 horas, estaremos todas reunidas, <a  title="nesse Canal do Youtube" href="http://www.youtube.com/channel/UC3ef9DfbfgYQUo5GKHpvq7g?feature=guide" target="_blank">nesse Canal do Youtube</a>, batendo um bom papo com vocês!</p>
<p>Quem nos acompanhará?!</p>
<p>O link para a transmissão é: <a  title="http://www.youtube.com/channel/UC3ef9DfbfgYQUo5GKHpvq7g?feature=guide" href="http://www.youtube.com/channel/UC3ef9DfbfgYQUo5GKHpvq7g?feature=guide" target="_blank">http://www.youtube.com/channel/UC3ef9DfbfgYQUo5GKHpvq7g?feature=guide</a></p>
<p>Espero vocês!</p>
<p>Beijos e fiquem com Deus</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Ser mãe é um ato de generosidade e coragem</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Toledano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obstetrícia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ser mãe é um ato de generosidade e coragem]]></category>

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		<description><![CDATA[Pra muitas, este domingo foi o primeiro dia das mães, já com seus bebês no colo. Para muitas outras, foi com o bebê na barriga. Mas antes da existência desses bebês, mesmo não sendo mães ainda, uma ideia de maternidade já desde sempre as acompanhou, seja biologicamente, por terem um corpo que as permite gerar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Pra muitas, este domingo foi o primeiro dia das mães, já com seus bebês no colo. Para muitas outras, foi com o bebê na barriga. Mas antes da existência desses bebês, mesmo não sendo mães ainda, uma ideia de maternidade já desde sempre as acompanhou, seja biologicamente, por terem um corpo que as permite gerar, seja social ou culturalmente, nas brincadeiras de boneca de menina, na forma como a maternidade é propagada em nosso meio, na relação que estabeleceram com suas mães desde pequenas, ou com alguém que cumpriu este papel. Antes d@ filh@ de fato chegar, e termos de nos relacionar com eles concretamente, a maternidade é muito mais uma potencialidade, uma ideia.</p>
<p>Quando o bebê de fato chega, já não é mais com a ideia de filh@ que nos relacionamos, mas sim com alguém de carne e osso, um alguém que não se sabe alguém ainda, mas ainda assim, com comportamentos, necessidades e desejos. Da ideia à concretude da experiência de ser mãe, dá-se um grande passo: vou daquilo que já está dado biológica, social e culturalmente, para uma aceitação de uma tarefa que não terá fim; a tarefa de ser alguém para alguém.</p>
<p>Há um termo bastante usado na psicologia que busca nomear esse encontro entre mãe e bebê e a formação desta relação.<br />
Usa-se muito a palavra vínculo, que no seu sentido mais corriqueiro, quer dizer laço, ligação. Essa ligação, porém, não é simplesmente biológica.  Laço sanguíneo não decreta maternidade. Ela também não é social, ter um filho não certifica maternidade. Tampouco é simplesmente cultural, já que agir desta ou daquela maneira não representa ser mais ou menos mãe. Isto que digo pode parecer óbvio num primeiro momento, mas nossas dimensões sociais, culturais e biológicas podem acabar obscurecendo o que de fato é necessário que se dê para que haja uma relação verdadeira entre uma mãe e seu filho.</p>
<p>Gosto sempre de incluir uma palavrinha a mais quando me utilizo do termo vínculo para falar da relação entre mãe e bebê. Gosto de falar que é necessário que haja um vínculo com envolvimento. Por quê? Justamente porque esta ligação é antes uma construção, nem algo já dado, nem algo a ser conquistado como um fim. </p>
<p>Quando eu me envolvo com alguém, me aproximo dela, toco e me deixo ser tocada. Vou conhecendo ela, e ela a mim, por todos os lados. Envolver-se não é fácil, é topar descobrir e ser descoberto, mexer e ser mexido, é inevitavelmente transformar e ser transformado pela presença deste alguém. Neste sentido, envolver-se não é algo que se dá de imediato, assim que o bebê nasce puramente por instinto. A experiência de um papel social ou a participação em um modo de ser numa dada cultura também não garantem um envolvimento. O que promove o envolver-se é estar aberto para a transformação. É um ato de extrema generosidade e coragem.</p>
<p>Acho que a grande beleza da maternidade mora, não naquilo que a vida biológica, social ou cultural oferece, mas no desafio de fazer-se conhecer e abrir-se para conhecer um(a) filh@. </p>
<p>Um brinde a todas vocês no dia das mães pela generosidade e coragem!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Nós no Hoje em Dia da TV Record!!! &#8211; Homenagem a Chris Flores</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 10:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Barbrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Barbrinha na Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Uma Mãe das Arábias]]></category>
		<category><![CDATA[Criancas]]></category>
		<category><![CDATA[Familia]]></category>
		<category><![CDATA[Nós no Hoje em Dia da TV Record!!! - Homenagem a Chris Flores]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós, eu, o Kassem e o Bebezinho, participamos mais uma vez do Programa Hoje em Dia da TV Record! Era uma homenagem surpresa para a Chris Flores, das mães que participaram do quadro: &#8220;De Pais para Filhos&#8221;. E olha lá a nossa participação!!! Beijos e fiquem com Deus]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Nós, eu, o Kassem e o Bebezinho, participamos mais uma vez do Programa Hoje em Dia da TV Record!</p>
<p>Era uma homenagem surpresa para a Chris Flores, das mães que participaram do quadro: &#8220;De Pais para Filhos&#8221;.</p>
<p>E olha lá a nossa participação!!!</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/bALXDlJ65m4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Beijos e fiquem com Deus</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>O silêncio contra os inocentes</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 09:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Golz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[O silêncio contra os inocentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Hora do Intervalo. Enquanto a gritaria avança pelos corredores, grupos se juntam para partilhar segredos e conversas, alguém timidamente se posiciona num canto reservado da escola. Sem partilhar o que deve ser bom do convívio, sem sorrir com as faces rosadas como deveria ser no fim da infância, quando a adolescência pretende apontar logo ali, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Hora do Intervalo. Enquanto a gritaria avança pelos corredores, grupos se juntam para partilhar segredos e conversas, alguém timidamente se posiciona num canto reservado da escola. Sem partilhar o que deve ser bom do convívio, sem sorrir com as faces rosadas como deveria ser no fim da infância, quando a adolescência pretende apontar logo ali, além da curva.</p>
<p>Enquanto todo mundo se esbalda de rir no banco ao lado, a vítima de violência na escola, tenta ser mais invisível do que a fazem ser, para sobreviver a mais um dia.</p>
<p>Não numa escola pública, na escola privada como a que o meu e o seu filho frequentam. Na escola onde nós, da classe média, buscamos refugiar nossos medos da educação ruim, que o país faz questão de perpetuar há décadas na escola pública que deveria atender a todos de forma igualitária.</p>
<p>Crueldade é o nome que posso dar às formas de ação destas crianças desenfreadas, que ridicularizam os outros por prazer, sentem-se superiores ostentando marcas de tênis, calças e camisetas. Pessoas sem respeito por nada nem por ninguém, crentes de uma superioridade inexistente, baseadas em poder de consumo, popularidade por poder de agressão e arrogância perante figuras de autoridade.</p>
<p>Bullying é a palavra que se usa a largas frases, identificando o assédio físico, moral e psicológico que acontece nas escolas por aí afora. Uma forma perversa de convívio que está cada dia mais presente nas salas e corredores, como um fantasma que assombra e se vê livre para agir, pois em muitas escolas, o corpo docente e a direção não fazem nada para exterminá-lo.</p>
<p>O discurso de solidariedade, diversidade e respeito às diferenças está presente no projeto pedagógico mas não no dia a dia de muitas escolas de elite deste país. Tolerância não existe no vocabulário destes espaços onde todo dia é dia de pisar em alguém. Alunos e até professores tem um comportamento violento contra aqueles que não partilham de seus valores.</p>
<p>Um garoto, vítima de bullying por ser diferente, enxuga as lágrimas e me conta “A professora ri junto com eles, quando digo que não conheço uma coisa ou um lugar que todos parecem saber o que é, eu odeio esta escola!” – não sei se choro por ele ou pelos seres humanos tão limitados em consciência, que cruzam seu caminho todo dia.</p>
<p>Um outro lamenta a perda da amizade de uma menina, porque agora ela é popular e não anda com “nerds” como ele.</p>
<p>O americanismo de “ser popular” chega ao Brasil na sua forma mais afiada. Pisar nos outros como se fossem insetos nojentos e ostentar consumo de marcas “carésimas” e famosas é a regra. Quem não se adequa fica no lado oposto e forma o corpo de vítimas.</p>
<p>Que modelo de ensino estamos criando?</p>
<p>Que escola para iguais é esta que se forma atrás de fachadas ostentosas e cheias de câmeras, mas que não vê a realidade que circula nas suas áreas internas? O gueto se cristaliza e o tal espaço para a diversidade se vê abolido ou restringido aos papéis curriculares e a frases encantadoras no site oficial das instituições.</p>
<p>Está demorando demais para a sociedade se dar conta, que há um tipo de violência sendo exercido e perpetuado nas escolas tanto públicas quanto privadas . Há a ilusão de uma infância protegida e com acesso livre ao conhecimento e consumo licencioso – e outra desprotegida de tudo, que só recebe o pior. Seguranças uniformizados, intercomunicadores e grades eletrônicas garantem o afastamento destas duas infâncias. E são muitas vezes os pais destes desprotegidos que parte destes superprotegidos cruéis usam para exercitar seu desrespeito, enquanto limpam paredes e carteiras, zelam por banheiros onde eles urinam por todo lado, apenas para humilhá-los.</p>
<p>O lugar onde a rotina deveria ser a oportunidade de conectar mundos diferentes, trazer o diálogo e a beleza da diversidade, se faz palco de um surto de desigualdades sem fim. Onde deveriam coabitar realidades sócias culturais, socioeconômicas, ideologias e vidas diferentes, o monólogo da história única toma o comando. E onde poderia existir uma conversa na qual o “criativo” se faria o eixo transformador com base nas novas conexões entre tantos mundos, a pobreza de espírito impede qualquer contato. Ninguém cresce.</p>
<p>Crianças e adolescentes ameaçam os professores com petulância em frases como “Meu pai é que paga esta Bos&#8230;”. Criados muitas vezes por babás, sem pais presentes, mandam em todo mundo desde a mais tenra idade. Alguns deles nem conhecem seus pais, assim pra valer. Não jantam juntos, não são acompanhados nas tarefas de casa, não seguem para escola de mãos dadas com eles. Sofrem o abandono assistido pelos cartões de crédito e tendem a descontar sua dor, provocando dor em quem julgam mais frágil do que eles.</p>
<p>Sofrem todos portando. Os que maltratam e os maltratados. Entre humanos, a dor existe, não há como fugir dela. O menino que ataca, esconde sua vulnerabilidade numa máscara de poder cruel. Máscara esta tão bem talhada, que ele acredita ser a verdade de si mesmo. O menino que é atacado, sofre com a impotência, a dificuldade de resistir sendo ele mesmo, como se isso por si estivesse errado.</p>
<p>Eu tenho medo do futuro que se desenha, se não virarmos a mesa e enfrentarmos esta onda de violência que começa em casa, com pais cúmplices ou pior, exemplos de deboche e crueldade. Violência que entra também pela televisão e pela internet, onde programas onde depreciar o outro é valorizado, onde é divertido ser invasivo, grosseiro, estúpido e mau. É hora de parar de fingir que a maldade habita apenas a periferia das cidades e de nossas vidas.</p>
<p><a  href="http://umamaedasarabias.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/706.jpg" class="thickbox no_icon" title="706"><img class="wp-image-7883 aligncenter" title="706" src="http://umamaedasarabias.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/706.jpg" alt="" width="489" height="368" /></a></p>
<p>Bons Ventos!</p>
</div>]]></content:encoded>
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